Mar 26 2008
O sucesso do Big Brother Brasil
A oitava edição do Big Brother Brasil chegou ao fim. Críticas a parte, o programa é um sucesso de faturamento.
A edição que terminou ontem bateu dois recordes notáveis no que tange ao faturamento publicitário. A Rede Globo divulgou no começo do meês que a versão 2008 do reality-show teria contabilizado, desde a sua estréia, ocorrido no dia 8 do mês de janeiro, um total de 973 ações publicitárias, de 11 anunciantes diferentes, de acordo com informações divulgadas no jornal O Estado de S.Paulo.
O programa é uma mina de ouro para a Globo, e vem se mantendo entre os 3 programas mais assistidos do Brasil. As cinco cotas de ptrocínio foram comercialiazadas antes da estréia. Fiat, Assolan, HSBC, Niely Cosméticos e Johnson & Johnson pagaram cada uma o valor de R$ 9,75 milhões.
Afora os cotistas máster, outras empresas também resolveram colocar suas marcas dentro da mansão de confinamento, fazendo pequenas inserções de estímulo visual ou de divulgação integrada em alguma prova ou atividade realizada com os participantes. Esses anunciantes que fomentariam o alcance dos quase três dígitos do total de inserções publicitárias e consolidariam o nome Big Brother como um dos maiores palcos de merchandising em rede nacional.
Somado a isso, a emissora divulgou essa semana que essa edição também já é a campeã de vendas de pacotes de transmissão por assinatura - o pay-per-view BBB. Segundo a assessoria, até o início do mês de março já teriam sido vendidos 153 mil pacotes (o mesmo índice comercializado em toda a edição 2007 do BBB, que até então, sustentava o recorde). Como ainda faltava, no mínimo, mais um mês de exibição, a emissora estimava bater a marca dos 200 mil pacotes.










